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HORÁRIOS Diversos horários

Domingos de Criação agitam Porto Alegre até junho

Diversas atividades culturais vão se realizar aos domingos na Praça da Alfândega como parte da programação da 11ª Bienal do Mercosul

Os Domingos de Criação vão rolar a partir deste domingo (6/5), das 11h às 16h, na Praça da Alfândega. O projeto integra a programação da 11ª Bienal do Mercosul e a atrações seguem até o primeiro domingo de junho (3/6), com intervenções, espetáculos musicais e teatrais. 

 

Programação:

Domingo (6/5)

11h – Apresentação da Banda do 3º Batalhão de Polícia do Exército, sob a regência do Capitão Pires

12h – Muito Palhaço para Pouco Circo – Apresentação desenvolvida por meio de intervenções e pesquisas do palhaço RoeRoe em parques, escolas e eventos. A montagem propõe uma relação de proximidade com o público, que também é parte de nosso circo imaginário. Heinz Limaverde (o palhaço RoeRoe) transita entre gags clássicas, números musicais, improvisos, a interatividade com o público e as habilidades do artista de rua para entreter e dialogar com os espectadores. O resultado é um espetáculo para todas as idades cheio de encanto e diversão.

14h – Oficina de Choro do Santander Cultural – Apresentação dos professores Mathias 7 Cordas e Samuca do Acordeon

15h – Coral FECORS – Apresentação do Grupo Vocal Contratempo, de Novo Hamburgo, sob a regência de Newton Macedo

 

Domingo (13/5)

11h – Apresentação da Banda Municipal de Porto Alegre, sob a regência de Davi Coelho da Rosa

12h – Teatro de Caixa – O projeto mistura as linguagens do teatro lambe-lambe ao toytheatre, conduz a plateia pelos espaços do teatro, põe cinco pessoas a ouvir uma história em fones de ouvido e outras tantas a assistir tudo isso. A performance instiga e coloca o espectador em cena, constrói uma armadilha dramatúrgica e no fim insere o público nas aventuras do contador de histórias Valentin. Atuação: Rudinei Morales, direção: Liane Venturella e trilha sonora original: Álvaro RosaCosta

14h – Apresentação da Fábrica de Gaiteiros, com participação de Renato Borghetti. Idealizado pelo gaiteiro gaúcho, o projeto é voltado à educação musical de crianças e jovens, através do ensino do acordeão diatônico, instrumento conhecido popularmente na região Sul do Brasil como gaita de oito baixos.

 

Domingo (20/5)

11h – Apresentação da Fanfarra do 3º Regimento de Cavalaria de Guardas, sob a regência do Tenente Braga

12h – Desvios em Trânsito – Projeto de intervenção urbana da Cia Rústica de Teatro que  propõe ações performativas que se integram na pulsação do movimento urbano,  corpos estranhos,  desvios que podem gerar transformações de percepção, traçando linhas de conexão entre o ordinário e o extraordinário. A dinâmica de movimento segue o ritmo da cidade: velocidade e pausa.

14h – As Batucas – Orquestra feminina de bateria e percussão feminina. Um dos primeiros grupos de estudos de percussão exclusivamente para mulheres que surgiu em Porto Alegre. Participando ativamente da efervescente cena de ritmos e batucada, As Batucas surgiram da cabeça de uma mulher à frente do seu tempo, a baterista Biba Meira, que comanda As Batucas juntamente com Vini Silva.

15h – Coral do Anchieta, sob a regência de Elisabeth Kolbetz

 

Domingo (27/5)

11h – Apresentação da Banda Municipal de Porto Alegre, sob a regência de Davi Coelho da Rosa

12h – Maculelê (com as Meninas Crespas e participação dos Afroativos). O projeto Meninas Crespas é realizado pela professora Perla Santos na Escola Municipal de Ensino Fundamental Senador Alberto Pasqualini, da Restinga. Tem por objetivo a valorização da identidade e da ancestralidade negra, a representatividade, a autoestima, a livre expressão do cabelo natural e o empoderamento da mulher negra na sociedade. O grupo, que também conta com meninos, se apresenta com a dança maculelê.

14h – Eu Não Sou Macaco – Ação performática do grupo Usina do Trabalho do Ator (RS), que denuncia diversas injustiças cometidas em relação aos cidadãos da etnia negra. Utilizando-se da linguagem teatral como forma de manifestação política, a atriz Dedy Ricardo retoma os nomes e assume as identidades e as histórias de Cláudia da Silva Ferreira (a mulher arrastada por uma viatura da polícia pelas ruas de favela do Rio de Janeiro), Amarildo Dias de Souza (desaparecido após interrogatório na Unidade de Polícia Pacificadora na Rocinha) e Paulo Afonso Soares (militante gay assassinado em Porto Alegre), além de figuras históricas, como João Cândido e os lanceiros negros. Atuação: Dedy Ricardo. Trilha sonora: Ricardo Pavão. Direção: Júlia Rodrigues. Produção: Thiago Pirajira.

15h – Coral FECORS – Apresentação do Coralito (coral com cantores de várias partes do Estado), sob a regência de Ione Goetz

 

Domingo (3/6)

11h – Coral FECORS – Apresentação do Coral SEFAZ, da Secretaria da Fazenda, sob a regência de Giovane Costa

14h – Oficina de Choro do Santander Cultural – Apresentação do grupo de alunos do grupo Choro Novo e do professor Mathias 7 Cordas

15h – Teatro AteliêContando e Cantando Histórias – Os melhores contos clássicos e populares brasileiros do repertório do grupo, que dá uma nova roupagem às histórias de antigamente, trazendo-as para o agora de uma forma dinâmica e divertida, com canções originais executadas ao vivo e brincadeiras inspiradas na cultura popular, com Valquíria Cardoso e Alex Limberg.

18h – Cortejo de Encerramento com o Grupo Maracatu TruvãoBatucada de Maracatu de Baque Virado. O Maracatu Truvão é formado por um grupo de pessoas unidas pela vontade de tocar e dançar o maracatu e pela admiração e respeito às culturas populares e aos seus protagonistas. Sua atividade básica é aprender essa tradição e difundi-la por meio de apresentações regulares e de oficinas.

Diversos horários

Praça da Alfândega (Rua Siqueira Campos, 2529)

Entrada Franca