Foto: Natália Utz/Divulgação

20

ABR

29

ABR
HORÁRIOS sex a dom
20h

Sonoridades do Centro de Porto Alegre no palco

Espetáculo "Fábrica de Calcinha" estreia na Bronze Residência

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Entra em cartaz no próximo dia 20 de abril o espetáculo Fábrica de Calcinha, em curta temporada: serão apenas dois finais de semana, de sexta a domingo, de 20 a 29 de abril, sempre às 20h, na Bronze Residência. Dirigido pela atriz Marina Mendo, a peça é uma performance multissensorial que mostra as sonoridades do Centro de Porto Alegre, com efeitos sonoros, sampler, microfones e retroprojetor, combinados com uma performance de luz, desenvolvida a partir de objetos luminosos presentes no cotidiano urbano. Quem ativa a cena são os artistas Marina Mendo, Ricardo Pavão e Marta Felizardo – que fazem do corpo, do som e da luz matéria prima para despertar a percepção do público. 

Fábrica de Calcinha tem entrada franca e rola em um espaço novo, que abre suas portas no mês de abril, voltado às práticas contemporâneas e residências artísticas.

 

Sinopse

O que você está ouvindo AGORA? Você percebe os sons que estão ao seu redor criando uma paisagem sonora de acontecimentos acústicos? É na sua escuta que estes acontecimentos interagem, delineando a sonoridade da cidade, um estímulo afetivo e rico em informações culturais. Cada escuta é, nada mais, nada menos, que um intrincado mecanismo de relações percebidas pela mente como SOM.

Fábrica de Calcinha começa assim, no escuro, ouvindo os gritos e cantos da cidade, gente suada a ganhar o pão, gente desesperada pelo seu quinhão, máquinas a perfurar os ouvidos e o chão... E também alguns passarinhos, alguns louvores pelo caminho. No caminho, apesar do tanto que há para comprar ou vender ou quitar, encontramos em cada um, corações sambando no peito. Dentre as camadas da realidade urbana que o trabalho revela, aparece uma perspectiva política, crítica e afetiva da mulher brasileira, perfurando estereótipos, apresentando sua força e resistência. 

sex a dom, 20h

Bronze Residência (Rua Duque de Caxias, 444)

Entrada franca