Maria Bethânia apresenta o show "Claros Breus" na PUCRS

O evento marca a reabertura do Salão de Atos e também a entrega do Mérito Cultural PUCRS

A cantora Maria Bethânia apresenta o seu novo show Claros Breus no Salão de Atos da PUCRS no dia 5 de novembro, às 21h. O evento marca a reabertura do Salão de Atos e também a entrega do Mérito Cultural PUCRS, concedido pela Universidade a personalidades que se destacam em diferentes áreas da cultura.

Os ingressos podem ser adquiridos online ou presencialmente na Pucrs Store (localizada no Living 360º, prédio 15 do Campus).

Maria Bethânia retornou aos palcos este ano com o novo show Claros Breus com pré-estreia no intimista Clube Manouche, no Rio de Janeiro. Era um desejo da cantora sentir o público de pertinho, como quando cantava em boates nos anos 1960 e 1970. Após essa temporada, o show ficou maior, com novas músicas no roteiro, ganhou cenário de Bia Lessa e teve a estreia oficial da turnê com duas apresentações no Credicard Hall, em São Paulo, em agosto, e três em Portugal, agora no mês de setembro.

Claros Breus vem com muitas canções novas, outras inéditas na voz da cantora, músicos que tocam com ela pela primeira vez, e também nova direção musical e arranjos. Neste novo show, Bethânia quis fazer diferente, mostrar as músicas inéditas ao público antes de registrá-las em disco.

Dentre as músicas inéditas estão canções de artistas como Adriana Calcanhoto (A Flor Encarnada), Chico César (Luminosidade e Águia Nordestina) e Roque Ferreira (Música, Música). Bethânia apresenta também canções inéditas na sua voz como O Universo na Cabeça do Alfinete (Lenine/ Lula Queiroga), Sinhá (Chico Buarque/João Bosco), entre outras, além de incluir o samba-enredo da Mangueira, campeão do carnaval deste ano, História pra Ninar Gente Grande (Tomaz Miranda, Deivid Domênico, Mama, Márcio Bola, Ronie Oliveira, Danilo Firmino e Manu da Cuíca,), mesclados com versos de Mario de Andrade dedicados a Carlos Drummond de Andrade (O Poeta Come Amendoim), um excerto de Poema Sujo, de Ferreira Gullar, e o poema Quero Ser Tambor do moçambicano José Craveirinha.

O maestro baiano Letieres Leite, com quem ela trabalha pela primeira vez, assina a direção musical e arranjos, acompanhado de Jorge Hélder, contrabaixo, único parceiro de outros shows e trabalhos, Carlinhos 7 cordas, violões de 6 e 7 cordas, Pretinho da Serrinha, percussões acústica e eletrônica, e os também baianos Marcelo Galter, piano e sintetizadores, e Luizinho do JêJe, percussões acústica e eletrônica. A direção e cenário são de Bia Lessa, o desenho de luz de Binho Schaefer e Bia Lessa e o figurino de Maria Bethânia é assinado por Gilda Midani.

A honraria Mérito Cultural, prevista no Estatuto e Regimento Geral da PUCRS, simboliza o reconhecimento institucional de uma personalidade do meio cultural. O homenageado é alguém que tenha transformado a sua vida numa trajetória de defesa da cultura, enquanto instrumento de humanização e educação. A entrega do troféu é anual.